quarta-feira, 11 de setembro de 2013

FIFA divulga ranking de maiores torcidas do mundo


                                                           Foto: Divulgação

Confira uma lista atualizada com as maiores torcidas do Brasil e do mundo, ranking da FIFA de clubes com as maiores torcidas do planeta. Veja se o seu time do coração está entre as maiores torcidas!
A torcida do Flamengo é a maior tanto do Brasil, quanto do mundo!
Maiores Torcidas do Mundo
A lista está atualizada, contém as maiores torcidas de clubes do planeta, confira:
1 – Flamengo (BRA) – 33 milhões
2 – Chivas (MEX) – 30,8 milhões
3 – América (MEX) – 26,4 milhões
4 – Corinthians (BRA) – 24 milhões
5 – Boca Juniors (ARG)- 16,4 milhões
6 – Juventus (ITA) – 16,3 milhões
7 – São Paulo (BRA) – 15,3 milhões
8 – Milan (ITA) – 13,4 milhões
9 – Cruz Azul (MEX)- 13,2 milhões
Maiores Torcidas do Brasil
Confira agora a lista com as maiores torcidas de times brasileiros:
1 – Flamengo – 33 milhões
2 – Corinthians – 24 milhões
3 – São Paulo – 15 milhões
4 – Palmeiras – 11,8 milhões
5 – Vasco – 10 milhões
6 – Cruzeiro – 6,7 milhões
7 – Grêmio – 6,4 milhões
8 – Santos – 4,9 milhões
9 – Internacional – 4,7 milhões
10 – Atlético MG – 3,6 milhões
Se a FIFA fizesse um ranking com as Seleções Mundiais que têm mais torcedores pelo mundo, a Seleção Brasileira estaria no topo com a maior quantidade de torcedores apaixonados pelo planeta.

Fonte: FIFA
Jânio Gomes com Walter Rodrigues e José Daniel, ambos da Rádio Redentor

                                                           Foto: Jânio Gomes


O Guardian Esportes é produzido e apresentado por Jânio Gomes, e conta com comentários de Walter Rodrigues e José Daniel, ambos da Rádio Redentor. Clique sobre a imagem e assista ao programa desta semana.


http://www.guardiannoticias.com.br/tv/index.php?cat=3&idvideo=126

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Guardian Esportes está de Cara Nova

                                                                      Foto : Guardian Notícias
Após um ano de sua criação, o programa Guardian Esportes passou por uma reformulação, e a partir de hoje, o internauta contará com dois novos colaboradores: Jânio Gomes, que será o apresentador oficial do programa, e Walter Rodrigues que atuará como comentarista. Juntos, a dupla promete trazer para os apaixonados pelo o futebol, todas as informações dos bastidores da imprensa esportiva do DF.
O radialista Jânio Gomes atua nos bastidores da imprensa esportiva desde 2006 com passagem nas rádios 104 FM, Super Rádio Brasília – 1.210 AM- Ativa FM e TV Bandeirante, além de tudo isso, Jânio, também é o titular do Blog Candangão e repórter do site Esporte Candango, o maior portal especializado na cobertura do futebol brasiliense, com mais de meio milhão de leitores mensais.
Já Walter Rodrigues tem larga experiência como comentarista de esportes pela Rádio Redentor - AM - no Distrito Federal e faz seus comentários com muito rigor. Para assistir ao programa na integra, clique aqui. 

Por: Jean Marcio Soares 

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Cresce risco para jornalistas no Brasil

                                                            Foto: Divulgação

Relatório do Comitê de Proteção a Jornalistas de 2012 alerta para aumento de assassinatos, impunidade e tendência à censura judicial


Ao lado de nações como a Síria, o Irã e o Paquistão, o Brasil entrou, como quarto colocado, na lista dos países onde mais aumentaram os riscos para os jornalistas trabalharem no último ano, de acordo com relatório do Comitê para a Proteção de Jornalistas (CPJ), divulgado ontem em Nova York.
A inclusão do País, segundo o Comitê, ocorreu por causa do número de assassinatos de profissionais, considerado alto - quatro em 2012, depois de registrar três em 2011 -, pelo crescimento da censura judicial e por outro fator preocupante: a falta de punição dos responsáveis e lentidão da Justiça nos processos.
A contagem de baixas fatais no planeta, no ano passado, feita pelo Comitê, chegou a 67 profissionais - o que fez de 2012 "um dos piores anos desde que o CPJ começou a contabilizar as mortes, em 1992". O número só foi superado pelos 74 assassinatos registrados em 2009. Síria e Somália foram, juntos, os principais responsáveis pelo aumento de 42% de vítimas em relação ao ano anterior. Além deles, o informe de Carlos Lauria, coordenador do Comitê na América Latina, destaca a Rússia por suas leis repressivas, e a Etiópia, onde se recorreu até ao terror para silenciar a imprensa.
A lista não se refere aos piores lugares para a imprensa, mas aos que mais pioraram em relação à situação em que estavam um ano antes. Assim, além de mortes, impunidade e censura, contam fatores como leis mais duras e jornalistas forçados a deixar o país. Além de Síria, Irã, Paquistão e Brasil, a lista se completa com outro latino-americano, o Equador, mais Turquia, Somália, Rússia, Vietnã e Etiópia.
Brasil. No caso do Brasil, o documento define 2012 como um ano marcante: "No Brasil, quatro jornalistas morreram em relação direta com seu trabalho, o que representa o mais alto número do País em mais de uma década". Além dos quatro profissionais mortos em 2012 e mais três em 2011, o CPJ adverte que "está investigando outros quatro assassinatos nesse período (2012)" para determinar se eles têm ou não relação com sua vida profissional.
O CPJ considera o Brasil "historicamente um dos lugares mais perigosos" para o exercício da imprensa" e reproduz uma avaliação do correspondente da Al-Jazeera em São Paulo, Gabriel Elizondo: "Em pequenas cidades, blogueiros e editores de pequenos jornais e sites que denunciam a corrupção tem sido transformados em alvo". E o perfil, prossegue Elizondo, "é habitualmente o mesmo: um jornalista de cidade pequena, trabalhando para uma empresa pequena, que é alvo de tiros e morre".
As estatísticas confirmam a avaliação. Seis dos sete jornalistas mortos desde 2011 haviam publicado reportagens sobre corrupção política ou crime. Com a exceção de um deles, todos trabalhavam no interior do País - e o sistema judicial brasileiro, diz o relatório, teria falhado ao não punir os responsáveis.
Censura. "Censura judicial permanece sendo um problema no Brasil", adverte o Comitê, porque "empresários, políticos e autoridades públicas entraram com centenas de ações judiciais contra jornalistas críticos que teriam ofendido suas honras". Ao todo, os órgãos de imprensa receberam 191 ordens da Justiça para tirar material de suas páginas.
O CPJ também afirma que o Brasil "falhou ao não apoiar a liberdade de imprensa no cenário global". Ele destaca: "Em março de 2012, objeções levantadas pelo Brasil e algumas outras nações prejudicaram um plano da ONU para melhorar a segurança de jornalistas e combater a impunidade. Três meses mais tarde, o Brasil apoiou uma ofensiva do Equador para enfraquecer a Comissão Interamericana de Direitos Humanos". /GUSTAVO CHACRA, DE NOVA YORK, e GABRIEL MANZANO

Fonte: O Estado de S.Paulo

Meteorito atinge região central da Rússia e deixa 400 feridos

                                     

                                                            Foto: Reuters     

Em entrevista à 'Rádio Estadão', integrante da comunicação social Embaixada Brasileira na Rússia, Alexandra Rudakova, relata que não há brasileiros entre os feridos, mas que o clima é de pânico


YEKATERINBURGO - Cerca de 400 pessoas ficaram feridas em consequência de um meteorito que atravessou o céu sobre a Rússia nesta sexta-feira, lançando bolas de fogo na direção da Terra, quebrando janelas e acionando alarmes de carros. 

Em entrevista à 'Rádio Estadão', integrante da comunicação social Embaixada Brasileira na Rússia, Alexandra Rudakova, relata que não há brasileiros entre os feridos, mas que o clima é de pânico.

Moradores que estavam a caminho do trabalho em Chelyabinsk ouviram um barulho que parecia ser de uma explosão, viram uma luz forte e sentiram uma onda de tremor, de acordo com um correspondente da Reuters na cidade industrial, que fica a 1.500 quilômetros de Moscou. 

O meteorito atravessou o horizonte, deixando um longo rastro branco em seu caminho que podia ser visto a até 200 quilômetros de distância, em Yekaterinburgo. Alarmes de carros soaram, janelas quebraram e telefones celulares tiveram o funcionamento afetado pelo incidente. 

Autoridades municipais de Chelyabinsk disseram que cerca de 400 pessoas procuraram ajuda médica, a maioria por pequenos ferimentos causados por estilhaços de vidro. 

"Eu estava dirigindo para o trabalho, estava bem escuro, mas de repente veio um clarão como se fosse dia", disse Viktor Prokofiev, de 36 anos, morador de Yekaterinburgo, nos Montes Urais. "Me senti como se estivesse ficado cego pela luz", acrescentou. 

Não foram relatadas mortes em consequência do meteorito, mas o presidente Vladimir Putin, que nesta sexta-feira recebe ministros da Fazenda dos países do G20, e o primeiro-ministro Dmitry Medvedev foram notificados sobre os acontecimentos. 

Uma autoridade ministerial local disse que a chuva de meteoros pode ter ligação com um asteróide do tamanho de uma piscina olímpica que vai passar a uma distância de 27.520 quilômetros da Terra, mas isso não pôde ser confirmado. 

Incidentes do tipo são raros. Acredita-se que um meteorito tenha devastado uma área de mais de 2.000 quilômetros quadrados na Sibéria em 1908. 

O Ministério de Emergência da Rússia descreveu o acontecimento desta sexta como uma "chuva de meteoro na forma de bolas de fogo", e pediu aos moradores para manter a calma.




Fonte: Estadão


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Água do DF: qualidade até que é boa, mas a quantidade...


                                                                      Foto:Divulgação

Não é ruim, mas ainda está longe de ser excelente. Levantamento da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento (Adasa) mostra que a qualidade da água do DF está situada nas faixas “média” e “boa”. Já no quesito quantidade, os resultados são menos animadores: alguns pontos do DF estão em estado de alerta ou crítico. Os resultados revelam que o uso racional e prudente do recurso natural é cada vez mais necessário.

Segundo Rafael Mello, superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, quando o assunto é a quantidade de recursos, o Lago Paranoá merece atenção especial. “Em alguns períodos do ano, a quantidade de água do Lago é comprometida em função da impermebialização, que faz com que os rios sequem mais rápido”, explica. Mello destaca que boa parte da chuva ocasiona acentuada infiltração: “Cerca de 30% do que chove infiltra”.

O superintendente explica que no Parque Nacional também é possível verificar acentuada escassez. “Dentro do parque, o alerta é em relação ao uso por parte da Caesb, para complementar o abastecimento de água para a população”, justifica. De acordo com ele, alguns fatores contribuem diretamente para essa escassez: “Várias ações resultam na diminuição dos recursos hídricos, entre eles o uso em excesso, a devastação da vegetação nativa, as ocupações irregulares e o assoreamento dos rios”, enumera.

Já quando o assunto é a qualidade, Rafael afirma que entre as sub-bacias   que apresentaram Índice de Qualidade de Água (IQA) abaixo do esperado estão o Ribeirão Sobradinho e Rio Melchior. “Com base nesse resultado vamos direcionar as ações. Daqui para frente, colocaremos uma lupa em cima dessas regiões”, afirma. Para ele, o resultado ruim não é uma surpresa: “São regiões em que o próprio DF decidiu aceitar esse nível de qualidade. São áreas em que há o tratamento de esgoto e já estão dentro dos seu limite”.

Para Mello, as condições climáticas exigem atenção especial. “Em determinada época do ano, temos considerável quantidade de água. Já no período seco, a capacidade de diluição dos rios diminuiu consideravelmente”, completa.

Escassez e poluição
Para chegar aos resultados divulgados, desde 2009 são monitoradas águas dos rios por meio das 47 estações da Adasa. Nas áreas onde foram observadas mediações de qualidade média, o problema está relacionado com lançamentos de efluentes domésticos (esgoto), a principal fonte poluidora hídrica do DF.

É importante destacar que, na maioria dos casos, os dois males não atingem as sub-bacias simultaneamente. Os problemas costumam ser em relação à qualidade ou em relação à quantidade, separadamente. Entretanto, em alguns casos, a situação tem como agravante a ocorrência simultânea de escassez e qualidade, como observado nas regiões dos rios Descoberto — responsável por 65% do abastecimento de água do DF —, e Maranhão.

Assoreamento
De acordo com o Secretário de Meio Ambiente, Eduardo Brandão, um dos fatores que mais contribuem para a escassez de água no Lago Paranoá é o assoreamento. “Existem vários pontos de terra que se formam por todo o lago. Nos últimos anos, é possível notar uma perda considerável de água e volume. Todo lago artificial necessita de uma manutenção periódica’’, declarou.

Segundo Brandão, para solucionar essa questão, a secretaria desenvolveu o projeto Caminho para as Águas. A ação consiste na recuperação das margens com o replantio das matas ciliares, além da formação de áreas de convivência. A ideia é socializar estas margens, transformando os usuários nos principais protetores e fiscais dessas áreas.

Distribuição inadequada
Segundo o engenheiro agrônomo, Fábio Alessandro Padilha Viana, a escassez de água no DF tem aumentado em função da distribuição e da reposição inadequadas. “Á água não está acabando, porém, a distribuição não é eficiente. Observo que aqui existem poucas áreas impermeáveis, o que já é uma grande vantagem”, alertou o engenheiro. 

Para ele, a conscientização pode mudar esse cenário. “Não vamos ter grandes problemas futuros em relação a água. Aqui, as pessoas não têm tanto hábito de desperdiçar água como em outros estados. O desperdício maior são oriundos de problemas estruturais. Por isso, acredito que a solução seja a adoção de medidas por parte das autoridades responsáveis para coibir o aumento da escassez”, explicou Viana.

Por: Patrícia Fernandes


Fonte: Da redação do clicabrasilia.com.br

Unidos de Vila Isabel é vencedora do carnaval do Rio

                                                                   Foto: Divulgação


A Unidos de Vila Isabel venceu o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro deste carnaval. Ela recebeu 299,7 pontos com um enredo em que contou a rotina da vida na roça e exaltou a importância dos agricultores.

Falando sobre a raça de cavalos mangalarga marchador, a Beija-Flor sagrou-se vice-campeã com 299,4 pontos. A Inocentes de Belford Roxo, escola que desfilou pela primeira vez no Grupo Especial, foi rebaixada para a segunda divisão com 291,1 pontos. É o terceiro título da Vila Isabel no Grupo Especial. 

Os anteriores foram em 1988 e 2006.


Fonte: Agencia Estado